Um carta de gratidão

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Segurei a mão de muita gente nesse ano que se foi… e muit@s amig@s também seguraram minhas mãos. E é nessa ideia de aliança, com Deus, com a natureza, com a fraternidade, com a alegria, com o AMOR, com o meu Eu, que me despeço com enorme gratidão dos meus 22 anos. Diante de tudo que já vivi, afirmo com toda a veemência do meu ser que 2011 foi o melhor ano das minhas 23 primaveras.

Não desmereço nada do que passei antes. Pelo contrário, afirmo. E é esse entender de que tudo (querendo eu ou não) é merecimento, é o início do despertar, a ayahuasca, os companheiros de caminho e a fé que fizeram meus 22 anos tão especiais. Disso, algumas palavras ficaram fortes no coração, como chamas de ensinamentos acesas para incendiarem nesse novo ano que chegou: respeito, aprendizado, humildade, autenticidade, desprendimento, desapego… fé, paz, amor, GRATIDÃO.

feminino

Agora é hora de fazer dos erros um aprendizado real, além do “da boca pra fora”. É hora de fazer dos acertos energia motora da evolução. O caminho é realmente estreito, mas começar, tirar o pé da ilusão e buscar imergir na verdade é o nutriente essencial da vida. É o alimento rumo à conscientização da alma, aquele lugarzinho tranquilo e límpido, que sempre nos espera reencontrá-lo, tocá-lo e nele permanecer.

Há coisas que importam, há muitas que não! Fechar os olhos e relembrar a Keyane de um ano atrás me dá mais força e alegria para seguir em frente. Descobri que sou navegante, remadora do barco da minha vida. Descobri que sou arqueira, dona e responsável pelas escolhas que influenciam o meu viver e o d@s que estão ao meu redor. Navegando, encontro e compartilho as águas com quem está no mesmo caminho que eu. Jogando a flecha, acerto onde a vida me permite mirar.

Há muito a dizer, ou não, há muito a sentir… mas sintetizo tudo com um simples, porém grandioso, OBRIGADA!!! Obrigada aos irmãos antigos, aos irmãos novos, à família de sangue, à família de alma, aos mestr@s, à vida, ao Amor, a Deus, à Verdade, ao Vegetal! Pequenina na minha imensidão, vou aprendendo dia a dia a me manter de pé… às vezes tropeçando no estremecer, devagar, mas sabendo pra onde quero ir. Entendi que a velocidade não importa quando se tem a direção!

A arqueira navegante…

Key Dias – 21.12.11

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