Manual do Herói

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Quer entender mais sobre seu corpo, reeducar seus hábitos alimentares, sentir-se disposto e integrar formas saudáveis de bem-estar físico, mental e, consequentemente, espiritual? Bom, não sei você, mas eu quero! O problema é que muitas vezes nos são receitadas dietas e remédios que em vez de ajudar, pioram. Qualquer pessoa com o mínimo de sensibilidade de observação sabe que a medicina ocidental tem lá sua importância, mas tem lá sua culpa, também. Eu, de fato, já me cansei de (des)atendimentos.

Os hospitais estão cheios de médicos [técnicos] receitando e receitando e receitando métodos paliativos, que buscam freiar um sintoma, gerando outro. Médicos que muitas vezes nem chegam a te examinar, só perguntam: “E aí, o que você tem?”. E lá vem receita, receita pro sintoma. Claro que não são todos. Mas eu, como uma usuária do Sistema Único de Saúde, já presenciei isso inúmeras vezes, até mesmo em consultas de hospitais particulares.

Manual_Heroi

Não vou me prolongar nesse assunto pra não falar besteira, já que sou leiga. O que quero é indicar a leitura do livro Manual do Herói – ou a filosofia chinesa na cozinha, da autora Sonia Hirsch. Comecei a ler por indicação de uma amiga para me interar sobre assunto por questões profissionais, mas, logo de cara, percebi que teria que ter esse livro na “cabeceira”. Como diz no site da Editora Correcotia, o Manual do Herói “coloca ao alcance de leigos e estudiosos os conhecimentos básicos da medicina e da dietética chinesas… ultrapassa o conceito de alimentação natural e entra nas questões mais profundas da alimentação”.

E entra mesmo. Nada de receitas de drogas e regras chatas e técnicas que dão crises de ansiedade. Nada disso! Com uma linguagem que escorrega nos olhos, o livro apresenta uma síntese da filosofia holística que os chineses desenvolveram em relação à alimentação, a fim de prevenir e equilibrar o organismo, evitando assim desarmonias que geram o que chamamos de doença.

Alimentação, órgãos, energia vital, sangue, respiração. Ying e Yang. Entender os processos internos e externos do corpo é a chave para que nos livremos das receitas paliativas do dia a dia. Não é à toa que Drogaria se chama Drogaria, né? Sei que não é fácil trocar a “medicina da doença” por uma “medicina da saúde”, mas mudanças de hábito são um bom começo. E a leitura desse livro também!!

Vale assistir a entrevista com a autora, Sonia Hirsch, no Provocações. Mais uma com o velho Abujamra.

Publicado no antigo Além em 11.01.12
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