Na ciranda do tempo

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na maquina do tempoCom o tempo fui brincar
E ele assim o fez
De primeira pigue-pega
Correu e se desfez
Na lonjura, a perder de vista
Ele se foi de uma vez

Não tardou, ele voltou
E dele não mais larguei
De segunda, esconde-esconde
Sumido, o procurei
E o tempo virou o jogo
Disse: fui eu que te encontrei

Pra não perder a prenda
De novo ele escapuliu
De mim saiu pulando
Na amarelinha e sorriu
Zombando, disse outra vez
Parece que nunca me viu!

E no parquinho da minha vida
Vai o tempo a escorregar
Num riso, num pisco
Ele não ousa parar
Fico eu a compreender
O tempo e me guiar.

Key Dias – 03.04.13

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